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quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Maneira interessante de reconhecer ângulos.



Se as aulas fossem assim, na sua época de escola, será que a matemática e a física teriam sido mais atraentes para você?

Fonte : media.giphy.com

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Assista a 60 anos de lixo espacial se acumulando em torno da Terra.

Lixo espacial (1)

Nós, humanos, estamos há décadas sujando nosso quintal cósmico descartando satélites usados, cascos de foguetes e outros fragmentos de detritos desde que ganhamos o know-how tecnológico para tanto. A animação abaixo nos mostra esse processo, desde o início dos voos espaciais até 2015.
O vídeo a seguir foi criado pelo astrônomo Stuart Grey, da University College London, usando dados sobre a localização precisa de cada pedaço de lixo espacial em space-track.org.
Quando a União Soviética lançou o Sputnik 1 – o primeiro satélite artificial – em 1957, ele não só marcou o início da era espacial, mas o início de uma tradição de lixo espacial.
Um pedaço descartado do foguete que levou o Sputnik 1 à órbita da Terra se tornou o primeiro detrito espacial, e quase todas as missões subsequentes adicionaram mais.
O lixo se acumulou lentamente no início, mas em junho de 1961, o veículo de lançamento Ablestar levando o satélite Transit 4A explodiu em órbita, criando 300 fragmentos de detrito. Ainda assim, estávamos apenas começando.
Em 2007, o número de peças rastreáveis ​​de lixo espacial – que variam de fragmentos com o tamanho de uma maçã até motores de foguetes – havia ultrapassado 9.000. Naquele ano, um teste de míssil balístico chinês explodiu, acrescentando outros 2.000 ao enxame.
A partir de 2012, mais de 23.000 objetos maiores do que 5 cm de diâmetro estavam sendo monitorados pela Rede de Vigilância Espacial dos Estados Unidos. O número objetos com mais de 1 cm, que incluem desde parafusos perdidos até manchas de tinta, já ultrapassou meio milhão.
detritos nasa

Detritos espaciais catalogados ao longo do tempo. Crédito da imagem: NASA, com anotações de Mika McKinnon
Todo esse lixo espacial é perigoso. Mesmo um pequeno aglomerado orbitando nosso planeta a velocidades hipersônicas pode conter a mesma energia de uma granada de mão, rasgando através do casco de uma nave espacial desavisada.
Felizmente, há várias ideias curiosas para limpar a bagunça, incluindo redes de pesca espaciais, telescópios a laser em busca de lixo, e cemitérios de satélites no oceano.
Imagem inicial por ESA
Fonte : http://gizmodo.uol.com.br/video-lixo-espacial-terra/

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Conheça e Entenda as Três Leis de Kepler


Johannes Kepler (1571-1630), foi um brilhante matemático e também astrônomo alemão. Familiarizado com a astronomia desde criança, Kepler teve a oportunidade de observar diversos fenômenos durante a sua infância. No período em que estudava astronomia, foi marcado por várias brigas e reconciliações com Tycho Brahe, astrônomo dinamarquês. No entanto, após a morte de Tycho, Kepler teve acesso as anotações do amigo e então conseguiu formular as leis que regem o movimento dos planetas.
Essas leis são conhecidas como as três leis de Kepler, pertencem ao conteúdo de Física do Enem e serão o nosso objeto de estudo no artigo de hoje.

Primeira Lei de Kepler

Através da rigorosa observação da movimentação dos planetas, Kepler percebeu que estes podiam ser regidos por regras matemáticas muito simples. Assim, em sua primeira lei, ele propôs que os planetas não seguiam uma trajetória circular, mas sim uma trajetória elíptica e que o sol sempre estava sobre um dos focos da elipse. A partir dessa lei, teremos dois pontos principais: um em que o planeta estará com a maior distância possível do sol, que é chamado de afélio e um outro ponto em que o planeta está mais próximo do sol, que é denominado periélio. Veja a figura abaixo:
kepler2

Segunda Lei de Kepler

Em sua segunda lei, o astrônomo afirma que as trajetórias realizadas pelos planetas varrem áreas iguais em intervalos de tempo iguais. Também é conhecida como lei das áreas, ela teve como consequência a condição de que, quanto mais afastado do sol estiver um planeta, maior será a sua velocidade. Sendo assim, com o que vimos da primeira lei podemos concluir que a velocidade de um planeta será máxima quando este estiver sobre o periélio e mínima quando estiver sobre o afélio.

Terceira Lei de Kepler

Também conhecida como lei dos períodos, a terceira lei de Kepler diz que a razão entre o quadrado do período de um planeta pelo cubo de seu raio médio será sempre igual a uma constante. O raio médio de um planeta é calculado como a metade da distância entre seu periélio e seu afélio. Com isso, podemos facilmente concluir que quanto mais distante estiver um planeta do sol, maior será o seu período de rotação. Devido ao avanço da tecnologia, isso pode ser facilmente observado hoje em dia, mas essas leis foram um grande marco para a astronomia e para toda a ciência! Equacionando a terceira lei, temos que:
keple
Onde k será a mesma constante para todos os planetas.
Por fim, percebemos que as leis de Kepler possuem uma simplicidade muito grande, sendo de fácil entendimento e execução. Porém, se tratam de constatações muito importantes e funcionam perfeitamente a 5 séculos, sendo fundamentais para a compreensão e desenvolvimento de toda astronomia atual.
Fonte :  Infoenem.