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sábado, 7 de maio de 2016

Cientistas geram energia usando tomates que iriam parar no lixo.

A partir das milhares de toneladas de tomates descartadas todos os anos, é possível gerar energia suficiente para o abastecimento de grandes complexos por alguns meses.

Através da decomposição de bactérias e oxidação dos resíduos do tomate, é possível obter uma nova fonte de energia elétrica. Pelo menos é o que garante um grupo de cientistas do estado da Flórida, nos Estados Unidos. A partir de uma série de pesquisas realizadas com tomates danificados, a equipe identificou que, através do fruto, a geração de energia pode ser realizada.
De acordo com informações oficiais do governo, todos os anos cerca de 400 mil toneladas de tomates são descartadas no estado por não estarem adequados aos padrões de qualidade do comércio. Em seguida, esses frutos são direcionados para aterros sanitários, onde são despejados, e contribuem para a liberação do gás metano e, consequentemente, para os avanços do efeito estufa.
Conforme apurou o grupo de pesquisadores, a nova solução pode ser observada quando a oxidação das bactérias aeróbicas ocorre, fazendo com que os resíduos do tomate sejam processados, dando início à geração de corrente elétrica.

Cientistas querem avançar os estudos

A pesquisa veio a público no fim do mês de março, quando foi apresentada em encontro promovido pela internacionalmente respeitada sociedade American Chemical Society (ACS), onde recebeu o reconhecimento por sua eficiência.
“Queríamos encontrar uma maneira de tratar estes resíduos que, quando despejado em aterros, podem produzir metano – um gás de estufa poderoso – e quando despejado em corpos d’água, podem criar grandes problemas de tratamento de água”, disse Venkataramana Gadhamshetty, coordenador do projeto, durante o evento.
Segundo os cientistas, são necessários apenas 10 miligramas de tomate para geração de 0,3 watts de eletricidade. Para se ter uma ideia, em proporções maiores, as mesmas 400 mil toneladas de tomate desperdiçadas todos anos na Flórida concentram energia suficiente para abastecimento do complexo da Disney World por até três meses.
Ainda de acordo com a equipe, o pigmento de licopeno no tomate é um excelente catalisador para geração de energia, e agora o projeto se concentra em maximizar o potencial desta “matéria prima elétrica” para melhor proveito da nova fonte sustentável.
Fonte : http://www.pensamentoverde.com.br/ecoideias/cientistas-geram-energia-usando-tomates-que-iriam-parar-no-lixo/?utm_source=facebook.com&utm_medium=timeline&utm_campaign=pensamentoverde&utm_content=cientistasgeramenergiausandotomates

quarta-feira, 4 de maio de 2016

FÍSICA: CONCEITOS E EXERCÍCIOS DE FÍSICA TÉRMICA

Resultado de imagem para FÍSICA: CONCEITOS E EXERCÍCIOS DE FÍSICA TÉRMICA


confira este excelente material :
https://segrev.files.wordpress.com/2011/04/termologia1.pdf

VULCÃO DO EQUADOR ROUBA RECORDE DO EVEREST: MEDIÇÃO POR GPS INDICA O PONTO MAIS DISTANTE DO CENTRO DA TERRA


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Uma terceira missão geodésica francesa cumpre seu périplo pelas Terras do Equador. Assim era conhecido o Equador no século XVIII, aonde chegaram os cientistas da primeira missão geodésica que ajudou a determinar a forma achatada do globo terrestre.
Agora que se completam 280 anos do trabalho dos franceses Charles-Marie de La Condamine, Louis Godin e Paul Bouguer , junto com os espanhóis Jorge Juan e Antonio de Ulloa, que foram enviados pelo rei Felipe V, seus herdeiros científicos se propuseram a medir, com precisão de centímetros, o ponto mais distante do centro da Terra.
O vulcão Chimborazo, de 6.268 metros de altitude se encontra a 6.384 quilômetros de distância do centro terrestre, dois quilômetros a mais que o topo do mundo, o Everest, por causa da diferença no diâmetro do planeta em latitudes diferentes.
"Pela herança que [os primeiros cientistas] nos deixaram, sabemos que os pontos que ficam perto da linha equatorial estão mais afastados do centro da Terra, mas faltava um valor, medir a maior distância a partir do centro”, explica Jean Mathieu Nocquet, do Instituto para a Pesquisa e o Desenvolvimento (IRD), da França.
Com esse objetivo em mente, um grupo de expedicionários franceses e equatorianos escalou em fevereiro o vulcão Chimborazo, a montanha mais alta do Equador, e instalou no topo um sistema de posicionamento global (GPS) de alta precisão, que, com a ajuda de uma antena de 60 centímetros, recebe o sinal de 15 satélites de diferentes países.
“Para obter dados precisos, deixamos o GPS durante duas horas, e depois processamos a informação armazenada nesse intervalo”, explica Mathiew Perrault, do Instituto Geofísico (IG).
Os resultados dessa medição acabam de ser divulgados, concluindo que o cume do vulcão está a 6.384.415,98 metros do centro da Terra. O novo cálculo confirma que o Chimborazo é o ponto mais distante do centro da Terra, e portanto mais próximo do Sol, superando em 40 metros nesse ranking o topo do monte Huascarán, no Peru, que seria o segundo ponto mais afastado do centro terrestre.
O uso do GPS, que tem uma margem de erro de 10 centímetros, já havia dado em 2001 três metros adicionais à montanha mais alta da Europa, o Mont Blanc, cuja altitude sobre o nível médio do mar passou de 4.807 para 4.810,4 metros, segundo esse sistema. O Everest, no Nepal, também foi medido com o sistema GPS. Oficialmente, tem 8.848 metros sobre o nível do mar, mas, segundo esse outro processo, é um pouco mais baixo, 8.846,4 metros.
Apesar de ser a montanha mais alta da superfície terrestre, o Everest está dois quilômetros abaixo do Chimborazo quando a medição parte do centro do planeta. A Terra, um globo achatado, tem um raio maior no Equador do que nos polos, o que joga a favor do Chimborazo em sua disputa honorífica com o Everest.
Fonte : http://www.labgis.uerj.br/

domingo, 1 de maio de 2016

Questão POLÊMICA de Física no simulado do ENEM de ontem !!!

A QUESTÃO 60 é uma questão de Cinemática e notoriamente, como é o usual em todas as questões do ENEM, está  “contextualizada”. Em itálico apresento o enunciado da questão

 Para melhorar a mobilidade urbana na rede metroviária é necessário minimizar o tempo entre estações. Para isso a administração do metrô de uma grande cidade adotou o seguinte procedimento entre duas estações: a locomotiva parte do repouso com aceleração constante por um terço do tempo de percurso, mantém a velocidade constante por outro terço e reduz sua velocidade com desaceleração constante no trecho final, até parar.

 Qual é o gráfico de posição (eixo vertical) em função do tempo (eixo horizontal) que representa o movimento desse trem?

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A resposta dada como correta no gabarito oficial é a resposta C (a última da coluna da esquerda acima).Entretanto o gráfico da posição em função do tempo está notoriamente INCONSISTENTE com o enunciado.

A locomotiva parte do repouso, atingindo uma certa velocidade e depois, partindo desta velocidade, retorna ao repouso. Então no primeiro e  no terceiro e último intervalo de tempo, dado que a aceleração é constante, ela deve ser idêntica em módulo em ambos os intervalos pois a variação da velocidade da velocidade da locomotiva é a mesma em módulo. 

Portanto, como é fácil de demonstrar,  a variação da posição no primeiro e no terceiro intervalo de tempo deve ser A MESMA.

Entretanto o gráfico indica no terceiro intervalo de tempo uma variação de posição muito menor do que no primeiro intervalo de tempo. Adicionalmente o gráfico mostra que a posição é constante, e portanto a velocidade é nula, muito antes do final do terceiro intervalo de tempo.

Desta forma o gráfico expressa indubitavelmente que no terceiro intervalo de tempo a aceleração NÃO é constante, atingindo valores muito maiores do que no primeiro intervalo de tempo. Já que no ENEM se enfatiza a “contextualização” deve-se  notar que, se o metrô sofre no primeiro intervalo de tempo uma aceleração compatível com as acelerações preconizadas para o transporte de passageiros, a última etapa da viagem é um verdadeiro desastre dada a grande aceleração.

Desta forma a QUESTÃO 60 deveria ter sido anulada pois não apresenta resposta correta.

Fonte : https://www.facebook.com/fernando.langdasilveira

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Entenda o Princípio de Arquimedes.




Quando estamos na piscina temos a sensação de que somos menos pesados, não é mesmo? Na verdade nosso peso real não muda, existe uma força chamada empuxo que é responsável por esse “fenômeno” e sem a qual isso não ocorreria. Vamos compreender no artigo de hoje o princípio de Arquimedes, conteúdo da Física, para entender essa sensação tão divertida!

Empuxo

Todo corpo imerso em um líquido em equilíbrio, sofre uma força (denominada empuxo) que age na vertical, para cima, e tem intensidade igual ao peso do líquido deslocado.
Na prática, conseguimos saber o volume de objetos de formas irregulares mergulhando esse objeto em um líquido contido em um recipiente de volume graduado, a variação na marcação do volume será o volume desconhecido do objeto.
Supondo que um recipiente cilíndrico está totalmente cheio de água, ao colocarmos um cubo maciço dentro do recipiente parte da água irá derramar, se captarmos a água que derramou e pesarmos em uma balança obtemos o peso do líquido deslocado que como mencionado anteriormente possui o mesmo valor da força de empuxo(E).
arquimedes
Demonstração:
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F2 − F1 = E
P2 − P1 = µ ∙ 𝒈 ∙ 𝒉
F2/A − F1/A = µ ∙ 𝒈 ∙ 𝒉
F2 − F1 = µ ∙ 𝒈 ∙ 𝒉 ∙ 𝑨
F2 − F1 = µ ∙ 𝒈 ∙ VLD
E = µ ∙ 𝒈 ∙ VLD
E = 𝒈 ∙ mLD
E = 𝐏LD
Lembrando que a direção e sentido da força de empuxo são sempre na vertical e para cima!
Para casos onde o corpo não está totalmente submerso o volume do líquido deslocado não é igual ao volume do corpo, mas é igual a uma parte dele.
Exemplo:
Um cubo de densidade 0,8 g/cm³ está parcialmente submerso em um recipiente com água de densidade 1g/cm³ , visto de frente, 8 cm de aresta estão fora do líquido, qual o tamanho total da aresta do cubo?
d: densidade do cubo
V: Volume do cubo
µ: densidade do líquido
VLD: Volume da parte submersa
h: tamanho total da aresta
P = E
E = 𝑑 ∙ 𝑉 ∙ 𝑔 = µ ∙ 𝑔 ∙ VLD
0.8 ∙ h³ = 1 ∙ (h-8)h²
0.8 ∙ h = h – 8
-0,2 ∙ h = – 8
h = 40 cm

Flutua ou afunda?

  • O objeto irá afundar se a força peso for maior que a força de empuxo;
  • O objeto irá flutuar se a força peso for menor que a força de empuxo;
  • O objeto ficará em equilíbrio se a força peso tiver o mesmo valor que a força de empuxo;

Peso Aparente

Peso aparente é aquele que sentimos quando estamos na piscina, como falamos no começo, ele é menor que o peso real, pois subtraímos o empuxo sofrido pelo corpo. O corpo quando no interior de um fluido exibe um peso aparente dado por:
Peso aparente = Peso real – Empuxo

Fonte : Infoenem.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Maneira interessante de reconhecer ângulos.



Se as aulas fossem assim, na sua época de escola, será que a matemática e a física teriam sido mais atraentes para você?

Fonte : media.giphy.com